Asfalto Danificado Toma Conta das Ruas e do Terminal de Sorocaba
- 21/02/2026
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A malha viária de Sorocaba enfrenta um cenário crítico. Apesar da continuidade da operação tapa-buracos realizada pela Prefeitura, ruas e avenidas seguem deterioradas, com buracos profundos, fissuras estruturais e remendos visíveis. A situação tem gerado preocupação entre motoristas, motociclistas e usuários do transporte coletivo.
A manutenção das vias é responsabilidade direta da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos e Obras, que executa os serviços de recuperação asfáltica, além da Secretaria de Mobilidade, responsável pelo planejamento viário e impactos no transporte urbano.
Embora mutirões periódicos sejam divulgados oficialmente, o avanço da deterioração demonstra que os reparos pontuais não estão sendo suficientes para conter o desgaste estrutural do pavimento. Em diversos bairros, o asfalto apresenta afundamentos, trincas extensas e buracos reincidentes, indicando ausência de recapeamento definitivo em áreas críticas.
A situação ganha contornos ainda mais preocupantes ao atingir áreas sob gestão direta do poder público, como o terminal urbano. O pavimento no próprio terminal de ônibus apresenta desgaste visível, falhas estruturais e sinais claros de falta de manutenção preventiva, justamente em um dos pontos de maior circulação diária da cidade.
Especialistas alertam que, sem planejamento técnico de médio e longo prazo, incluindo recapeamento completo e manutenção preventiva, o ciclo de deterioração tende a se repetir, elevando custos e ampliando riscos à segurança viária.
Para a população, os impactos são imediatos: prejuízos mecânicos, risco de acidentes, aumento de tempo no trânsito e desconforto no transporte público. A deterioração do asfalto deixa de ser apenas um problema urbano e passa a ser uma questão de segurança e responsabilidade administrativa.
A sociedade exige respostas claras sobre investimentos, prioridades e prazos para soluções definitivas.
Sorocaba é uma das principais cidades do interior paulista e possui arrecadação compatível com sua relevância econômica. A infraestrutura viária precisa refletir esse status. O contribuinte paga impostos e espera, legitimamente, ruas seguras e bem mantidas.
O momento exige ação técnica, planejamento estratégico e responsabilidade administrativa. A manutenção do asfalto não pode continuar sendo tratada apenas como medida emergencial. Trata-se de compromisso com a segurança pública, mobilidade urbana e respeito ao cidadão.
A cidade cobra soluções estruturais. Remendos já não bastam.
Por: Roberto Neander
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